Nas dois próximos meios de semana, duelo com a Ponte Preta pela Copa do Brasil. No final da semana que vem, provavelmente contra o Santos, semifinal do Paulistão. E, se passar, final nos dois domingos seguintes. Haja coração! Mas haja também futebol, calma e raça.
Agora é a hora de um jogador que veste a camisa do São Paulo, crescer, amadurecer, jogar bola, bater no peito e gritar para todos: “Eu sou homem, não menino!”.
O jogo de ontem ainda não fez parte do ciclo de decisões que determinará o rumo da temporada são-paulina, por ser contra adversário limitado e com poucos recursos técnicos. A partir de agora, o Tricolor terá Neymares e, quem sabe, Sheiks e Valdivias pela frente. Vencer os Romarinhos dá moral, mas pode ser esquecido pela torcida.
O que fica na memória são os títulos, as finais… São esses os jogos que entram para a história e são as partidas que podem dar um título a um ídolo que ainda não conquistou (Luis Fabiano), consagrar o início da carreira de um goleiro que vai substituir Rogério Ceni após a aposentadoria (Denis) e consolidar uma promessa da casa (Lucas).
Se futebol é pura emoção, o ano começa agora para o São Paulo. Se a emoção cresce, cresce também a pressão. Muita raça nessa hora!

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