Treinador já enfrentou situação parecida no começo do ano, quando não pode utilizar Jean, Marlos e Cleber Santana
Mesmo com o passar dos dias, o técnico Emerson Leão foi muito questionado sobre o assunto na entrevista coletiva desta terça-feira. E, mesmo deixando claro que gostaria de contar com o atleta, ele diz que como funcionário, é obrigado a acatar a ordem que veio de cima. Quem esperava uma reação explosiva do treinador, de forte personalidade, observou uma reação muito diferente.
– Não tem lugar ou emprego que não tenha um máximo mandatário. Na minha é o presidente Juvenal. Erros e acertos todos nós temos. Ele tomou uma decisão e está tomada. Vendeu jogadores no início do ano e agora tomou a decisão para outro caminho de um atleta. Até mudar esta decisão, acatamos – afirmou.
Não foi a primeira vez que Leão enfrentou essa situação no São Paulo. No início do ano, ele não podia utilizar os volantes Jean e Cleber Santana e o meia Marlos, que seriam incluídos em negociações.
– O que foi feito é algo rotineiro no futebol. Em nenhum momento, o máximo mandatário falou: não escala esse e ponha aquele porque isso não vai fazer. Até porque, para fazer isso, não precisa ter treinador. Existe uma autoridade máxima e ela não é a minha – ressaltou.

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