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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Jadson x Ganso: duelo imaginário

Jadson comemora gol com Osvaldo (Crédito: AFP)

Na teoria, a grande disputa no elenco é entre Jadson e Ganso. Na prática, não. O jogo de ontem mostrou, mais uma vez, que é impensável escalar o São Paulo sem o camisa 10. Daqui a alguns jogos, pode até ser que isso mude. Mas, por enquanto, o lugar de Paulo Henrique Ganso é no banco. E não é demérito nenhum ficar como opção para o lugar do atual Jadson.
São três gols em três jogos. Além disso, três assistências. Ontem, foi decisivo em todos os três gols marcados na inesperada e esquisita derrota para o Bolívar. A torcida, que pegava no pé dele no ano passado, tem de admitir que ele está muito eficiente.
Enquanto o Tricolor jogou, Jadson comandou a equipe. Depois dos 3 a 0 (8 a 0 no placar agregado), a equipe desistiu da partida. Nenhuma dividida e pouca vontade, o que é possível de entender pela enorme vantagem, mas levar a virada foi demais.
Ney Franco fez as três alterações e não colocou Ganso em campo. Mais moral para Jadson, que mostra que está em ótimas condições físicas, diferentemente do início da temporada passada.
Com essa superioridade no meio, a grande disputa é na ponta direita. Douglas não foi mal, mas também não se destacou. É aí que Ganso, se quiser ser titular, tem de alimentar as esperanças. Para o camisa 8 entrar no time é mais fácil Ney Franco mudar o esquema do que tirar Jadson. Aloísio, Cañete e Wallyson serão os outros concorrentes pela vaga.
O Tricolor chega forte para a fase de grupos, com seu camisa 10 em alta, mas poderia estar com 100% de aproveitamento se não tivesse relaxado tanto ontem.

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